sábado, 30 de janeiro de 2021

Estado do Rio pode ter auxílio emergencial próprio, além de financiamento para empresas locais

Programa seria financiado através de recursos de todos os fundos estaduais. 

A Assembleia Legislativa, que retorna ao batente na próxima terça-feira (2), vota, ainda em fevereiro, a criação de um programa de transferência de renda estadual — para substituir o auxílio emergencial do governo federal.

O projeto é do presidente da Casa, André Ceciliano (PT), e a ajuda já deve começar a ser implementada ainda em março deste ano.

A ideia é pagar R$ 200 por mãe, além de R$ 50 por cada filho (no máximo por dois filhos), sendo instituído por emenda constitucional, com prazo estabelecido, ou seja, somente até o fim do ano.

Para financiar o programa, seriam usados 30% de todos os fundos estaduais, o que alcançaria algo entre R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões.

Só o Fundo de Combate à Pobreza, de R$ 5,5 bilhões, contribuiria com R$ 1,6 bilhão.

O desafio no entanto será selecionar os beneficiários, uma vez que o estado tem hoje 910 mil inscritos no Bolsa Família, mas no auge do isolamento social, por exemplo, o governo federal chegou a pagar o auxílio emergencial a cinco milhões de pessoas só no estado do Rio.

Além da transferência de renda direta a quem mais precisa, o projeto a ser votado na Assembleia Legislativa vai separar uma parte dos recursos para um programa de financiamento voltado às pequenas e médias empresas.

O empreendedor, muitas vezes responsável também pela renda de outras famílias, teria acesso a empréstimos com taxas subsidiadas.

Os negócios miúdos são considerados fundamentais para que a roda da economia do estado não pare de girar.


Fonte: Jornal Extra

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