segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Polícia começa a prender possíveis envolvidos na morte de PM em Queimados


Um boato: esse teria sido o principal moivo que culminou com a execução do Policial Militar Felipe Araújo, assassinado na última sexta-feira (13), em Queimados. 

De acordo com as primeiras informações da  Polícia Civil, Júlio César de Lira Alves é apontado como um dos autores do homicídio do PM, que foi torturado antes de ser morto por disparo da sua própria arma de fogo. 


Além de Júlio César, outros  suspeitos também já foram identificados, como o irmão de Júlio, Tiago Petronio de Lira Alves, e ainda um terceiro homem conhecido como "Nome". 

Em nota, a Polícia Militar informou que "equipes do 24ºBPM (Queimados) realizaram buscas na região e prenderam dois suspeitos de envolvimento no assassinato do soldado". Contudo,  a corporação não divulgou as identidades deles.

Ainda de acordo com as investigações, o crime teria sido motivado por uma acusação da mulher de Júlio César referente ao PM, ao espalhar o boato de que Filipe seria um "estuprador".

Júlio César foi preso e encaminhado à Secretaria Estadual de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap), onde ficará a disposição do Poder Judiciário. Júlio vai responder por "homicídio qualificado e posse irregular de munição de calibre permitido"


O sepultamento do policial militar ocorreu neste sábado no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio. Nas redes ainda foram deixadas várias mensagens de homenagem e carinho ao policial. 




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