terça-feira, 16 de julho de 2013

O que faz a cabeça da mulher Fluminense

Dine Estela: As mulheres da Baixada Fluminense costumam a acompanhar a moda e as tendências através de personagens de Novela. No cabelo, por exemplo, os salões costumam receber pedidos de cortes e penteados semelhantes aos de mocinhas e até vilãs da TV. Mas nada disso seria possível sem a facilidade dos novos tratamentos capilares.

Acordar com os cabelos lindos e penteados, realmente só nas novelas, explica Joelson Diniz, cabeleireiro e técnico capilar há 15 anos. “Nem sempre dá para manter o penteado sem uma boa escola ou piastra, no entanto, manter os cabelos lisos e sedosos sem tornar-se escrava do secador e da piastra já e uma realidade da mulher trabalhadora da Baixada Fluminense”, conta.

Depois das escovas definitivas, as progressivas chegaram como uma alternativa para quem não gosta de produtos muito agressivos e duradouros, sem contar que os preços são bem mais acessíveis, às classes C, D.

As novas técnicas chegaram à Região com status de milagre e realmente apresentam resultados consideráveis, mas é preciso tomar cuidado com os santos milagrosos. A pessoa tem que conhecer o profissional, porque o fato de ser caro, não significa que seja bom. Assim como o barato, não quer dizer que seja ruim. Hoje é possível ficar com o cabelo liso por nada mais do que R$ 50.

O problema é saber a quem entregar a cabeça, alerta o profissional. “Um alisamento mal feito pode queimar o couro cabeludo, quebrar os fios e dar uma aparência artificial, além de provocar queda dos cabelos. Como saber a quem recorrer? Uma dica: o melhor nessas horas é não economizar na pesquisa e no bom senso. É possível, unir o preço à qualidade, substituindo produtos importados por nacionais”, alertou.
Quebrando tabus
A técnica de alisamento Japonês não nasceu no Japão, mas na Turquia. O nome alisamento japonês é porque o resultado é um cabelo parecido com o das japonesas, mas a origem é de um cabelo turco, que é crespo. Já vi cabeleireiros inventando histórias do Oriente, criando um tabu para cobrar caríssimo.
Cuidados na hora de alisar
O alisamento japonês não é indicado para cabelos étnicos, pois os fios não têm uma resistência natural para aguentar o tratamento. Por isso houve tantos casos de queda de cabelo, no Brasil inteiro. Por isso, na hora de encarar um tratamento radical, procure um terapeuta capilar que lhe dará condições de fazer uma análise profunda do fio, e saber se ele pode ou não passar pela química.
Dicas de relaxamento
Depois de quase duas horas no salão, a cliente ainda vai para uma máquina de vapor, que facilita a penetração do produto nos cabelos. Ao mesmo tempo, é indicado utilizar técnicas de aromaterapia para acalmar e relaxar com essência de erva doce na máquina de vapor de ozônio. Assim, enquanto o produto vai penetrando nos fios, a pessoa vai relaxando. Mulher sempre fica um pouco ansiosa pelo resultado.






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