segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Queimadense morre ao saltar de parapente em Japeri

Foto de Ary,  com equipamentos de voo, em uma rede social
Leandro Machado, Rio- José de Arimatéia Pereira, 50 anos,  conhecido como Ari, morreu na tarde deste domingo, durante um voo de parapente, no Pico da Coragem, em Japeri, Baixada Fluminense, que tem mais de 380 metros de altura. Segundo testemunhas,  ele não conseguiu abrir o paraquedas e bateu nas pedras da montanha.Pessoas que estavam no local, afirmaram que ele caiu em um lugar muito íngreme e teve que ser resgatado por um helicóptero de resgate do Corpo de Bombeiros.

Após o resgate, Ari seria levado para o hospital Getúlio Vargas, mas depois de sofrer duas paradas respiratórias, morreu ainda no transporte aéreo. Com o falecimento já constatado, o corpo foi levado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu (Posse) e encaminhado para o Instituto Médico Legal para ser realizada a perícia médica. O enterro será nesta terça-feira (5), no Cemitério Municipal de Queimados, as 10h30 e o corpo é velado na Capela da própria necrópole .

A RQ.com ouviu o piloto de parapente, Alexandre Moraes, que é acostumado a voar no local do acidente. Segundo ele, a vítima era experiente, mas as condições climáticas não eram boas para voos no dia do acidente: "Ary era um bom piloto, por isso não entendi a razão de voar, domingo. O vento era norte e, em Japeri, não é recomendável voar assim. Uma grande perda". Ainda de acordo com Alexandre, o ideal pra voar em Japeri é com os ventos Sudoeste, Sul, Sudeste e Leste.

Não são raros os acidentes durante saltos de parapente. Um caso que ficou conhecido em todo o Brasil, foi a morte da nutricionista Priscila Bolivieira, 27 anos, irmã do ator Fabrício Boliveira, no dia 27 de março do ano passado, na Pedra da Gávea, no Rio. Na época, o instrutor Alan Ferreira, que acompanhava  a jovem durante o voo, não se feriu. Outro caso que chamou atenção da mídia, foi a morte do advogado Alceu de Almeida Reis Filho, de 36 anos. Ele morreu em Sidrolândia-MS, depois de perder o controle com a força do vento e cair em uma plantação de Soja.

16 comentários:

  1. Levando em consideração o que o piloto Alexandre falou, o acidente ocorreu na rampa Norte em Japeri, esta por sua vez é uma rampa ainda pouco explorada, com nível de dificuldade bem elevada já que o local de decolagem é de rampa natural e o relevo que a forma resulta em ventos bastante rotorizados (turbulentos), haja visto que o Piloto Ary era bastante prudente em se arriscar em decolagens de ventos desfavoráveis, creio que o que aconteceu foi realmente um acidente e não uma imperícia ou imprudência.

    Fica aqui meu apertado coração com bastante saudades de um amigo e grande piloto.
    Alexander Barra

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    1. Apenas queria saber o porque desse assunto ter ido parar nesse jornal e da forma como foi, e por quem, uma vez que:o senhor alexandre morais esta fazendo narrativas que não condiz, pois certos assuntos se direcionados para quem não entenda ou tenha qualquer conhecimento tecnico ou pratico do assunto (voo livre) sempre tera o ton de despreparo ou perigo, Mas para os que são pilotos de verdade com certeza pode supor ou pressupor o que houve ou não; e tal analise feita pelo Sr. Alexandre so poderia ser feita no local, cito:"RAMPA DE VOO LIVRE" , e o mesmo não estava lá para fazer tal analise das condições de voo no referido dia, pois o mesmo embora seja um piloto de parapente, a um bom tempo não aparece em uma rampa de voo livre para praticar o referido esporte.FALO ISSO POIS SOU UM PRATICANTE ASSÍDUO DO ESPORTE.
      Quanto ao Sr. Alexandre Barra penso eu que não poderia jamais fazer qualquer tipo de comentarios sobre as condições de voo da rampa norte de Japeri, pois o mesmo penso eu que só conheça de nome.
      E o Sr. alexandre barra seria o vulgo "CARECA" um cidadão que ingressou no voo livre e que só fez M...., inclusive esta vivo unicamente pela graça de DEUS. Pois o que ele fez no voo livre para os que não conhecem o esporte eu posso simplificar e dizer que ele tentou o suicidio sem sucesso.
      PRA FINALIZAR GOSTARIA DE DIZER PARA OS NÃO ENTENDIDOS NO ASSUNTO QUE O QUE HOUVE FOI UM "INCIDENTE DE VOO" QUE RESULTOU NA PERDA LASTIMAVEL DO MEU AMIGO PESSOAL E AMIGO PILOTO "ARY DO SALÃO" COMO ERA CONHECIDO POR TODOS.
      Se não for pedir muito gostaria de ao invés de ser citado o acontecido como um incidente e não acidente, pois assim ficaria mais coerente para TODOS NÓS e principalmente para os familiares do PILOTO ARY DO SALÃO.

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  2. Parabéns à RQ.com por mais uma vez abordar assuntos como esse com respeito, imparcialidade.
    Foi realmente uma perda e tanto, agora nosso amigo vai voar com Deus.

    Alexandre Moraes

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  3. Homem maravilhoso, fara uma falta gigante...q Deus abençoe e de força para sua esposa e filhas continuarem seus caminhos. :(

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  4. Não são raros os acidentes durante saltos de parapente. Um caso que ficou conhecido em todo o Brasil, foi a morte da nutricionista Priscila Bolivieira, 27 anos, irmã do ator Fabrício Boliveira, no dia 27 de março do ano passado, na Pedra da Gávea, no Rio.

    CORRIGINDO A REDAÇÃO - SÃO RAROS OS ACIDENTES FATAIS, O INDICE DE ACIDENTES É MUITO BAIXO, COMPARADO COM OUTROS ESPORTES RADICAIS

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  5. Não são raros os acidentes durante saltos de parapente.

    SINCERAMENTE ESSA FRASE NÃO É VERDADEIRA, ACIDENTES DE PARAPENTE SÃO RAROS, FATAIS MAIS AINDA, AINDA MAIS SE COMPARARMOS A OUTROS ESPORTES RADICAIS

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  6. Antes de dizerem que "Não são raros os acidentes durante saltos de parapente", deveriam ter dados estatísticos para isso. Pois a quantidade de praticantes e o nº de voos, se comparado com os incidentes , tornam esses acontecimentos "raros", bem diferente do que está sendo veiculado.

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  7. Realmente, jornalista procura evidenciar suas matérias a qualquer custo e sensacionalismo me parece que faz parte do vocabulário!!! Lamentável. Acidentes não são raros? Procure saber das estatísticas antes de publicar besteiras.....

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  8. Ao amigo Alexandre Barra, o acidente não foi na rampa norte, foi na sudeste, o vento que estava norte, mas isso não bem ao caso o lamento, a perda e a saudade, nunca irão mudar, grande abraço!

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  9. Completando: não são raros os acidentes quando o vôo é feito fora de condições perfeitas, quando o piloto não está com um parapente condizente com sua experiência...

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  10. Uma perda lamentavel que Deus confote o coração de seus familiares

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  11. Ele era meu primo Téia sobrinho da minha mae,filho da minha querida tia Lurdinha,quando eu tinha 15 anos eu tive prazer de conhece- lo la em minas Gerais quando ele estava visitando sua mae ,juntamente com sua esposa e sua filha,lamento por este terrivel acidente aqui em Sao Paulo estamos todos tristes e de luto minhas condolencias a toda familia

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  12. Ele era Meu primo por parte de mae chamavamos de Téia,filho da minha querida tia Lurdinha que esta agora com jesus tambem,tive prazer de conhece- lo la em minas Gerais juntamente com sua esposa e sua filha,quando ele foi visitar a tia ele estava sempre sorridente e brincando esta é a lembrança que vou guardar na memoria,lamento por este terrivel acidente aqui em Sao Paulo estamos tristes e de luto minhas condolencias a toda familia.

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  13. Acidentes de parapentes são raros, fatais mais ainda!! comparado a um dia de transito na av.BRASIL

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  14. Deixo um abraço a todos que postaram, não voo mais tenho um respeito enorme por quem o faz, porque ao se laçarem no precipício ficam bem mais perto de Deus. A fatalidade ocorrida foi a propósito VONTADE DO CRIADOR, embora a morte represente o fim, tenho certeza que se ele pudesse escolher, assim ele escolheria. "Voar, sonho, escolha e ato nobre de quem o faz. perde-se um conhecido e ou amigo e ou irmão, filho, pai" que todos que o conheceram guardem as lembranças mais nobre e pura que tiverem e prestem a família o repeito e condolência como assim o faço. "QUE DEUS ABENÇOE A TODOS"
    ass: Vicent Guimarães

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  15. Eu sou piloto de parapente há 6 anos. Respeitosamente venho comentar o acidente fatal com o nosso querido Ary: O motivo foi uma vontade enorme de voar, uma paixão desenfreada que toma conta de nosso espírito. Infelizmente o vento não estava 'de frente' como relatou o instrutor ANDRÉ AUDAZ e o Piloto Ary assumiu um risco desnecessário, poderia dar certo mas não deu e a consequência foi a pior possível. Fica a lição de que devemos sempre respeitar a natureza acima dos nossos mais fortes sentimentos.

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