sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Queimados planeja crescimento habitacional

Créditos: Divulgação
Corpo técnino da Secretaria de Habitação e Obras
Dine Estela, Rio- Queimados tem a meta de chegar à marca das 10 mil unidades habitacionais nos próximos quatro anos e faltam apenas 3 mil para alcançar o objetivo social. No entanto, para conseguir mais verbas para a Habitação será necessário que a cidade faça um mapeamento das áreas de interesse social que poderão ser financiadas por várias fontes de custeio do Ministério das cidades como o PLHIS - Fundo Nacional de Habitação de interesse Social,Ação Provisão Habitacional de Interesse Social - Modalidade: Assistência Técnica, Ação Apoio à elaboração de Planos Habitacionais de Interesse Social – PLHIS ou Urbanização de Assentamentos Precários - UAP.

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 O primeiro passo já foi dado e a Secretaria Municipal de Habitação e Obras – SEHOB de Queimados conseguiu o financiamento na modalidade - Assistência Técnica para apoio à elaboração do PLHIS e já fez o mapeamento de todas as áreas habitacionais da cidade, inclusive às de risco. A apresentação da primeira etapa do mapeamento aconteceu nesta quarta (17), no Teatro Metodista para vários representantes da sociedade civil organizada e ao público em geral.

 O PLHIS tem como objetivo diagnosticar e resolver problemas dos assentamentos precários da cidade, seja de legalização fundiária, condições de urbanização ou péssimas condições da moradia em áreas de risco.
Na próxima reunião,em novembro (7),serão abertas oficinas de trabalho com base nas linhas de financiamentos mais adequadas para cada um dos 63 assentamentos precários existentes na cidade. A reunião é aberta ao público que poderá participar ativamente do processo decisório.O local ainda não foi definido pelos organizadores.
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 Segundo arquiteta que fez a coordenação técnica do mapeamento, Cristina Lontra Nacif, Queimados encontra-se no plano intermediário de crescimento desordenado em relação à Região Metropolitana do Rio. “Muito ouvimos falar do crescimento desordenado das cidades e da falta de um plano diretor que faça esta ordenação. Em Queimados não é diferente, no entanto, não estamos em pior situação do que os outros municípios da região. É comum no país inteiro,às pessoas construírem primeiro,para depois requerem infraestrutura do poder público. O que estamos fazendo é chegar à contramão do sistema para tentar minimizar esta prática”, enfatizou.

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 O PLHIS de Queimados também visa resolver alguns problemas de infraestrutura dos assentamentos existentes com a viabilização de serviços de água, saneamento, distribuição de energia elétrica, transportes, serviços de telefonia, áreas de lazer e questões ambientais.


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