quarta-feira, 2 de maio de 2012

Escolas D. João VI e José de Anchieta receberão patrulhamento da PM

Créditos: Internet
Leandro Machado, Rio-  A partir desta terça-feira (2), 90 escolas da rede estadual, localizadas na Região Metropolitana e no interior do Rio, começam a ser patrulhadas por policiais militares armados. Na primeira etapa, o reforço na segurança vai atender 115.490 alunos e 6.279 professores. O objetivo é evitar furtos, roubos, tráfico de drogas na porta das escolas, brigas entre alunos e invasões. Se forem alvo de denúncias, por estarem armados, por exemplo, estudantes poderão ser até revistados pelos PMs. 

A maior parte do efetivo vai atuar em 35 unidades na capital e mais 22 escolas na Baixada Fluminense. Em São Gonçalo, Niterói e Itaboraí, o policiamento será levado a mais 16 colégios. A maioria terá o patrulhamento reforçado 24 horas.
Em Queimados, as primeiras escolas a receber o patrulhamento são D. João VI e Padre José de Anchieta. Porém, outras escolas deverão receber o programa ainda este ano.
Os 450 policiais vão trabalhar nas suas folgas, em três turnos de oito horas. Pelo serviço extra receberão, a cada jornada, R$ 200 para oficiais e R$ 150, se for praça. 

A assinatura do Programa Estadual de Integração de Segurança (Proeis), será amanhã, entre as secretarias estaduais de Segurança Pública e Educação. Pelo convênio, a Seeduc pagará quase R$ 2 milhões por mês. De acordo com o secretário de Educação, Wilson Risolia, essas unidades serão as primeiras a testar o programa piloto. “A nossa expectativa é de que em um ano todas as 1.358 escolas estejam cobertas”, explicou ontem. Nas unidades de Ensino Normal, a ideia é trabalhar com policiais femininas por se tratar de escolas onde as turmas são formadas, na grande maioria, por meninas. “Vamos ver o que funciona, o que não funciona, para poder aplicar em toda rede”, afirmou.

Estudantes poderão ser revistados
A revista de estudantes dentro das escolas deverá ser feita apenas em casos extremos, como em denúncias de que aluno está armado, afirmou Risolia. “Temos muitos alunos maiores (de idade). Não é função (dos policiais), porque existem normas norteando essa relação que passam pelo Conselho Tutelar. Mas no limite isso pode acontecer”, disse o secretário à rádio CBN.
A ação policial vai reprimir crimes no entorno da escola e contornar conflito, como casos de bullying. “Há desde briga a casos de tráfico de drogas ao redor da escola. A segurança será feita por militares com experiência”, declarou.
Fonte: O dia Online

Um comentário:

  1. Enquanto o CIEP 346 no Bairro do Glória fica desguarnecido..... guardam os bagulhos no terreno baldio em frente e dentro de uma caixa de esgoto para vender. A gangue das bicicletas são os responsáveis .

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