quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Tumulto e protestos marcam pré-estreia de "Lula, o filho do Brasil"


A pré-estreia do filme "Lula, O Filho do Brasil" foi marcada por tumulto, protestos e pela ausência do principal destaque da noite, o presidente Luiz InácioLula da Silva. A sessão ocorreu em uma das salas do Teatro Nacional de Brasília, com capacidade para 1.400 pessoas, e mesmo assim sofreu com superlotação.
O produtor do filme, Luiz Carlos Barreto, chegou a pedir para as pessoas que ficaram fora das poltronas saírem da sala, com a promessa de exibir o filme novamente. A tentativa foi em vão: o público do 42º Festival de Cinema de Brasília acabou vaiando o discurso.
Depois foi a vez do diretor Fábio Barreto pegar o microfone para reclamar da organização do evento, que não reservou lugar para o elenco do filme. Glória Pires e a filha Cléo Pires, Ricardo Dias e Juliana Baroni conseguiram uma cadeira após muita confusão.
Entre a multidão que disputava um espaço para conferir a primeira exibição pública da cinebiografia do presidente, também estava a Primeira-Dama Marisa Letícia. Acompanhada por algumas amigas, a mulher de Lula se emocionou ao ver nas telas a morte de sua sogra, Dona Lindu.
Com tanta confusão, a plateia se acalmou e conseguiu assistir ao longa. A sessão terminou em aplausos, mas não antes de um grupo de manifestantes subir ao palco segurando uma faixa com a escrita "Lula, liberte Cesare".
A manifestação defendia a não extradição do ativista italiano Cesare Battisti, que é acusado de cometer quatro assassinatos na década de 70.
Na plateia, governadores, prefeitos, senadores e ministros do governo e de tribunais se misturavam à multidão.
Lula deve assistir o filme pela primeira em vez em outra pré-estreia, que deve acontecer em São Bernardo do Campo. Ou talez, o Presidente faça uma sessão íntima, apenas para família.

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