sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Ministra interina da Saúde assina hoje, 30/10, convênio de R$ 5,5 milhões para Hospital de Queimados


A ministra interina da Saúde, Márcia Bassit, o secretário de estado de Saúde, Sérgio Côrtes, e o prefeito do município de Queimados, Max Rodrigues Lemos, assinam hoje, 30 de outubro, um aditivo no contrato de construção do Hospital Regional de Queimados no valor de R$ 5,5 milhões. O montante será destinado ao término das obras do ambulatório da emergência da unidade. A assinatura do convênio será às 9h, no canteiro de obras do hospital, na Avenida Vereador Marinho Hemetério de Oliveira, s/nº, na Vila Pacaembu.
Quando a obra for concluída, serão 16 mil metros quadrados com capacidade para atender diariamente duas mil pessoas. Ao todo serão 276 leitos, dos quais 200 de internação e 76 destinados a Unidade de Tratamento Intensivo. O hospital será o único público da região com Unidade Coronariana para tratamento cardíaco.

A constução do Hospital Geral de Queimados é uma novela que a arrasta há quase 20 anos. O governo federal deu início às obras em 1990, quando foi repassado ao município sua gestão administrativa. Depois de três anos e muitos escândalos envolvendo corrupção e malversação de recursos e com apenas um esqueleto de concreto levantado, as obras foram paralisadas.
Em junho de 2007, o presidente Lula esteve no município e assinou com as prefeituras da região o convênio responsável pela liberação de R$ 17,3 milhões para a construção do hospital, reforço e construção de novos postos de atendimento básico na Baixada Fluminense. Do montante liberado pelo Governo Federal, cerca de R$ 8 milhões estavam destinados somente para o Hospital da Posse. Ao Cisbaf, cabe receber a verba e a repassar para o município.
Apesar do compromisso do presidente, a obra demorou ainda quase um ano para ser iniciada porque havia uma pendência judicial com o proprietário do terreno que impedia o início das intervenções. Somente em junho do ano passado, depois de o Governo do Estado intervir para desembaraçar essas questões jurídicas, é que finalmente a obra foi retomada - mas por pouco tempo. No decorrer da obra, como é comum acontecer, o projeto o riginal precisou ser modificado, o que acabou esbarrando na burocracia do Ministério da Saúde, o que fez com que, em outubro, o Cisbaf parasse de fazer o repasse das verbas, paralisando novamente as obras.

Fonte: Secretaria de Governo/PMQ Adaptado por: Felipe Carvalho

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